Chapada Diamantina:

abril 17, 2020

Um pedacinho do paraíso na Bahia

Com mais de trezentas cachoeiras catalogadas e um rico cenário de trilhas, grutas, vales e montanhas, a Chapada Diamantina é capaz de manter um turista ocupado facilmente por mais de um mês sem repetir visitas a apenas uma atração. Quanto mais tempo houver disponível para conhecer a Chapada, maiores serão as chances de ir além da rota comum e desbravar cantinhos ainda pouco explorados e conhecidos do grande público.
A região que engloba a Chapada Diamantina e o Parque Nacional tem mais de 38 mil quilômetros quadrados de área e abrange várias cidades-base, e os pontos turísticos da Chapada Diamantina estão espalhados por várias delas. À primeira vista, não será fácil entender a logística para passear pela região. O ideal, para não perder tempo demais em deslocamento, é dividir a hospedagem na Chapada Diamantina em duas ou três bases, como Lençóis, Vale do Capão, Mucugê e Igatu.
Nossa viagem começou em Salvador. No Aeroporto Luís Eduardo Magalhães, alugamos um carro e partimos rumo à Chapada, num percurso de seis horas até Lençóis. Como o território é grande, decidimos ficar três dias numa simpática pousada, localizada no Vale do Capão, para descansarmos da viagem. No dia seguinte, após o descanso, iniciamos uma longa e belíssima aventura.

Guet Coelho

Jornalista

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