Triste fim da nossa memória

novembro 18, 2019

Os principais registos da história de nossa capital João Pessoa estão no casario, nas igrejas e capelas, prédios, alguns deles seculares. Das igrejas e conventos, podemos dizer que recebem um tratamento razoável. Já alguns prédios residenciais têm a sorte de almas caridosas darem a devida atenção, em ação que merece os elogios, apesar de ser em número reduzido. Podem e devem ser citados: o Unipê, na João Machado, a Gráfica JB, na Av. Monsenhor Walfredo Leal, com quatro prédios residenciais restaurados e hoje em bom estado de conservação, e mais alguns.
Neste momento, o que preocupa são as unidades abandonadas, em grande número. Na Rua Duque de Caxias, antigo centro comercial, é triste e perigoso circular próximo a eles. Quem são os responsáveis por essas ruínas? E se houver desabamento, quem responde? Será que existe alguma lei onde a justiça possa interferir? Leiloar? Talvez haja interessados nesses imóveis. São em torno de 100 imóveis em péssimo estado de conservação, que estão localizados em todo centro histórico da cidade.
Entre os prédios públicos, o que a população questiona é o da antiga prefeitura, na Av. Miguel Couto, que poderia abrigar serviços públicos de educação ou saúde. O prédio onde funcionava a Promac, igualmente, poderia ter melhor destinação. No outrolado da questão, vamos encontrar o simbólico ponto Extremo oriental o Farol, interditado há uma meia dúzia de anos, já fora do roteiro turístico municipal.

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