FATOS

outubro 7, 2018

O Brasil é nosso, respeite

Tem um ditado popular que diz: Política, futebol e religião não se discute. É, também acho, mas, entender o motivo de certo fanatismo pelo mal, pelo indecente, pelo desmoralizado “pelo lado podre da política” é estranho e inconcebível. A boa postura induz a pessoa de bom censo a uma avaliação dos candidatos, se informando, por exemplo, se estes mesmos, tiveram bons serviços prestados, se não foram envolvidos em falcatruas, quais ações beneficiaram a população, etc. A política gerida com delinquência causa prejuízo; o político nada produz ao ser escolhido através do voto, ou seja: coloca o candidato, se eleito, na função de empregado mas, não reconhece. Ao assumir a cadeira, lança mão do poder e é esse poder que faz a diferença: o município, o estado ou o país, desenvolve ou quebra, com a administração pública. Podemos citar vários exemplos dos que faliram: a Venezuela, a Bolívia, Cuba e muito próximo de entrar em falência; o Brasil, e os que crescem, que desenvolvem como os EUA e outros tantos da Europa.
As responsabilidades dos Poderes são importantes: o Legislativo no caso de lealdade perante a pátria, criam leis para o benefício da nação, consequentemente refletiria em melhorias na educação, na segurança na saúde e no desenvolvimento. Já o Judiciário, a de tornar funcional as leis no Brasil, impor o respeito ao Executivo perante a nação aumentando a responsabilidade. O não cumprimento incide sobre pena de execução penal; em síntese: impõe a obediência.
Infelizmente nada funciona com a devida coerência e é fácil perceber as razões:
Se o brasileiro fizer um rápido levantamento na vida do político de quem votou, observa que: 90% deles, ao iniciar a vida política, tinham uma vida modesta, moravam em casas populares, os que trabalhavam tinham um salário relativamente baixo. Mas, sabedores das facilidades em enriquecimento rápido, fazem de tudo para entrar, e o absurdo para permanecerem no poder.
Esses mesmos políticos hoje são ricos quando não milionário, toda família é beneficiada as custas da profissão que escolheram, a política. A omissão do povo aflora o cinismo, tem deles que se vangloriam por ter 09 mandatos, ou seja, 36 anos usufruindo do suado imposto do brasileiro (sem nenhum serviço prestado). O que é uma incoerência mais o eleitor não se preocupa.
Voltando ao abuso de poder, porque o Prefeito, o Governador e o Presidente só podem ter dois mandatos, e o DEPUTADO não tem limite? Porque? Por que eles criaram a lei, e não perdem a oportunidade para se beneficiarem.
Votam o aumento de seus salários, o direito a plano de saúde, o auxilio para tudo o que é mordomia, passagem aérea!!! E o que é que eles fazem em benefício da população? NADA, e por pouco não deixam os aposentados a ver navios!!!
É tal poder na mão errada! Não podemos contar com a Procuradoria, os Tribunais de Conta da União e o Ministério da Justiça, são pessoas escolhidas por eles.
Espero que esse novo Presidente da República, tenha garra para fazer uma faxina e transforme esse país no gigante pela própria natureza.

Escolha com cuidado o seu candidato

-Vamos fazer a seleção, começando incluindo os indesejáveis:
-Cai fora:
-Candidato com pendências na justiça;
-Políticos viciados com vários mandatos;
-Nepotismo político, quando é parente de algum político;
-Através do Google, digite o nome do candidato que você pretende votar; vai aparecer a fixa com o perfil dele.
-O eleitor tem várias maneiras de saber qual a postura de um candidato, já na campanha observe se o candidato que contrata uma equipe para panfletagem, a equipe ao sair do local, deixa o lixo na rua.
-Nunca vi uma campanha mais fria. São poucos os motoristas que adesivam seus carros, salve os candidatos e os funcionários com cargo de confiança.
-Falta de confiança nos candidatos.

 

Fernando Duarte

Jornalista – Membro do Conselho da Abrajet Nacional

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