E nossa bela João Pessoa?

setembro 3, 2018

Em João Pessoa, um dos candidatos é irmão do prefeito, situação comum ondefamília entra na política e se torna profissional.
O prefeito, Luciano Cartaxo, não está muito preocupado com a cidade, basta fazer um “city tour”, no centro da cidade para comprovar.

Entre os problemas causados por omissão da administração municipal, encontram-se: os ambulantes que invadiram as calçadas do centro; os moradores de rua, na praia, sujam, assaltam e vendem droga na orla, transformando o ponto turístico em verdadeiro terror; as barracas assumiram o controle, e é comum a ampliação de seus espaços, fugindo da padronização, por falta de fiscalização; uma visita aos Cemitérios comprova o seu total abandono; o farol, um dos roteiros que mais identifica a localização extrema ao oriente, não mais faz parte do roteiro turístico: o Farol do Cabo Branco, há anos está interditado; é lamentável conhecer a situação do Mercado Central, outra obra que poderia ser incluída no roteiro. É bom lembrar, que nas cidades onde o Turismo é tratado a sério, esses pontos turísticos mencionados são tratados com carinho e muito visitados.
Esta pratica de inclusão familiar na administração é um dos fatores que conduziram o Brasil a essa crítica situação.
No nível estadual, a Paraíba segue com esse mau exemplo: o candidato a Governador é irmão do Prefeito; a candidata a vice é esposa do prefeito de Campina Grande, que é primo de um senador e a esposa do prefeito é suplente na chapa do senador. A administração Cartaxo está negativamente conhecida, e assim é comentada no meio político. Já o senador e ex-governador José Maranhão, tem fixa limpa e já foi governador, e foi muito importante para o desenvolvimento do turismo da Paraíba como a construção da PB 008, o policiamento era mais ostensivo e com mais segurança, e hoje, com o contingente insuficiente, os detonadores de caixas eletrônicos agem com tranquilidade.
Esta revista ouviu um atento e ilustre leitor a respeito do assunto, ao que ele afirmou enfaticamente:
“Decidi adotar critérios de exclusão para oferecer minha opção: em primeiro lugar, não deixarei jamais de votar, só assim contribuirei de maneira efetiva para o desenvolvimento de minha pátria; segundo: em hipótese nenhuma haverei de negociar meu voto, vendendo-o ou trocando-o; terceiro: escolherei sempre uma das opções apresentadas de candidatos ou de partidos, entretanto votar em branco ou nulo nem pensar, pois se assim fosse, não haveria necessidade de meu voto. Se eu proceder dessa forma ajudarei a quem nada fez pelo povo; quarto: nunca dedicarei meu voto a representantes ou partidos que detenham aquelas tendências ditas esquerdistas, que hoje são saudados como comunistas ou socialistas, por melhor desempenho que o candidato possa parecer, porque essas filosofias não deram certo em lugar nenhum do mundo; quinto: evitarei forma definitiva votar em políticos que se apresentam mancomunados com familiares; sexto: privilegiarei os candidatos que não estão propondo reeleição, porque eles pisarão o gramado com menos vícios do que os que já detêm cargos; sétimo: se no final de toda a análise eu não encontrar um candidato que preencha os critérios acima definidos, votarei na legenda que se me apresentar mais favorável ao meu pensamento”. Assim, não errarei.

 

 

Nenhum Comentário

Os comentários estão fechados.