FATOS

julho 3, 2018

O todo poderoso

O Município de Piancó, aqui da Paraíba, com 16.039 habitantes, está nadando em dinheiro. Segundo o blog do Vavadaluz.com, o prefeito Daniel Galdino aumentou (sem concurso) em 381% o número de funcionários. A folha de pagamento que era 163.339, em março passou para 560.276. Pode Freud?

Cavalgada de São José

A Cavalgada de São José é um grande espetáculo que atrai centenas de pessoas. É realizada sempre no mês de março, no encerramento dos festejos de São José, padroeiro do distrito de São José da Mata. Segundo dados oficiais, na última edição participaram mais de 800 cavaleiros e amazonas, percorrendo um trajeto de sete quilômetros e carregando estandartes de São José ao som de canções de romaria e músicas da cultura nordestina.

8º Festival de Turismo JPA

Com uma avaliação de 95,45% de satisfação em 2017, o Festival JPA se prepara para superar a meta em 2018

Este ano o foco principal é ultrapassar esse número, crescendo com excelência em todas as suas áreas, inclusive a de expositores. Uma vez já consolidado no cenário do turismo nacional, e crescendo de forma significativa no internacional, aumentando a cada ano a participação de empresas e destinos do exterior. O retorno positivo se dá pela quantidade de negócios que são gerados durante e após o evento.
“Estou impressionado com o nível da organização e até mesmo com a estrutura do local onde a feira está sendo realizada”, pontuou Matt Teixeira, diretor de vendas da Best Western para a América Latina.
Além de receber o segmento corporativo, agentes e grandes operadores das principais capitas da região, o Festival JPA recebe agências dos interiores dos estados. Alcançar essas pessoas e fechar negócios com elas têm sido essencial na satisfação de quem expõe na feira.
O Festival JPA é um evento B2B, que recebe o trade nacional e internacional gerando negócios através de feiras, rodadas, capacitações e Fórum Corporativo. Data do Evento 19 e 20 de outubro 2018.

Ditadura disfarçada

Com a obrigatoriedade de bancar campanha imposta pela ditadura, prefeitos da Paraíba já armaram o balcão de negociação e oferecem apoio a peso de ouro. Depois, a culpa da situação do país é da paralisação dos caminheiros.

Nas costas do povo

Quando você ouvir um sujeito comentar que no período militar havia ditadura e derramamento de sangue, esse tal sujeito ou é de sindicato, ou desses movimentos sociais (ant), ou um político. Observe que nenhum deles produz nada.

Mudar é sinônimo de sensatez

Li um artigo do ex-ministro da Economia Mailson da Nóbrega sobre o desastroso governo José Sarney, onde o economista, com a maior frieza, sugere que na eleição de outubro não é salutar haver mudança, sob o risco de haver problemas nacionais. Não sei se entendi bem a intenção do Dr. Mailson! O que ficou claro foi que ele acha que os profissionais da política nacional, aqueles que estão depenando o país e atolados até o pescoço em processos judiciais, têm que permanecer. Por incrível que pareça, ele acha que os que afundam o Brasil devem continuar, mesmo sendo fregueses da justiça. Dr. Mailson, esse pensamento que segue, é a mais sensata ideia das necessidades do Brasil. De Eça de Queirós: “Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo”.

Incompatibilidade com o Turismo

Acompanhando os noticiários da Revista de Turismo, li na edição de maio uma matéria que tinha como título: “Viva o Verde Antes que Desapareça”. O assunto principal é o descaso da prefeitura com a cidade. Temos que concordar que a administração pública municipal está deixando a desejar, principalmente quando se sabe que a cidade foi entregue em plena forma. Depois de 06 anos de administração Cartaxo a realidade é outra. Andar nas calçadas do centro da cidade é impossível, o abandono ao patrimônio histórico é outra lástima, entre vários outros, o Conventinho do Varadouro, que teve iniciada a recuperação, atualmente está abandonado.
Sugerir ao turista uma rota de visita como Estação Ciência, Farol do Cabo Branco, não mais é aconselhável. A incapacidade administrativa também é vista na orla, onde os proprietários dos bares, instalados nas praias de Cabo Branco e Tambaú, aproveitam a inércia para ampliar as barracas, fugindo da padronização. Eles poluem visualmente toda praia e diminuem o acesso a quem pretende desfrutar das praias. Não há outra orla no Brasil com ocupação mais irregular. Deve ser lembrado que os ambulantes do centro da cidade foram retirados das calçadas e locados em Shoppings populares. As barracas também tiveram suas regularizações com um projeto acomodando-as em ilhas de até três barracas em governos anteriores.
Sobre o Mercado Central, a situação é de calamidade pública. A mistura de botecos e barracas, a fedentina, lama e desorganização compõem o atual cenário do Mercado de feira popular, sem contar com as inconveniências dos bêbados, mendigando trocados para saciar o vício.
O trânsito toda hora é modificado sem solução definitiva. Vai de paliativo mesmo, sem melhora nenhuma. No final da Beira Rio, uma ponte de aproximadamente 70 metros está sendo construída há 06 anos. É obvio que sem um viaduto é apenas mais um paliativo.
A letargia administrativa reflete também na saúde pública. No dia 02 de junho, os órgãos da saúde anunciaram que seria o dia “D” da vacinação (prorrogada), contra a gripe, só que os Postos de Saúde, estavam fechados. O pior é que ainda temos que engolir dois anos dessa administração.

47º Encontro Nacional da Indústria de Cerâmica Vermelha

João Pessoa recebeu no final de maio no complexo do Centro de Convenções, Ronaldo Cunha Lima, o 47º Encontro Nacional da Indústria de Cerâmica Vermelha. O congresso tratou das mais importantes e tradicionais técnicas na área e movimentou diversos segmentos do setor econômico. Para o turismo é sempre bem vindo eventos nesse período do ano.
Esta é a primeira vez que o encontro ocorreu na capital paraibana, e os resultados foram além do esperado, gerando cerca de R$ 2 milhões na economia do turismo da cidade de João Pessoa.

 

Fernando Duarte

Jornalista – Membro do Conselho da Abrajet Nacional

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