FATOS

março 9, 2017

A lei que embeleza a cidade

 

No mundo, a arte sempre esteve presente, representando fatos, sonhos ou memória, apresentado por imagens na plástica, na escultura ou pintura. Na Europa, esculturas são vistas nas praças ou nas fachadas dos prédios, como a Catedral de Notre Dame. Lá, a arte começa na entrada, com várias esculturas, seguindo de vitrais belíssimos, esculturas em madeira, afrescos…
Na Grécia antiga, da arcaica, estilo severo e do clássico grego; na Índia, Imagem de Bronze ou pedra sabão, predominando as alusivas ao budismo. O mármore e a madeira também sempre foram muito usados na feitura de imagens. O respeito à arte é tanta que os museus mais famosos do mundo, estão no mundo antigo, onde se valoriza muito essa cultura.
As Américas seguiram essa tendência, e no Brasil, alguns estados criaram lei obrigando o uso de obras de arte nos prédios. Iniciativa brilhante.
Em João Pessoa, há obrigatoriedade por Lei. Com esse propósito, os empresários estão colocando obras de arte nas construções dos edifícios, sob a Lei de Nº 5738, de agosto de 1988. Com o passar do tempo, os empresários reconheceram a importância, e quanto tais obras valorizam as construções, recorrendo então aos Mestres das Artes (artistas plásticos). A escolha é sempre a do artista de melhor conceito no mercado nacional e internacional, outros preferem um trabalho mais popular que venha acomodar melhor o bolso.
As construtoras não sentem dificuldade em conseguir um artista para compartilhar com uma decoração de seu ideal. São vários os talentosos que revelam sentimento artístico e podemos citar Flávio Tavares (que tem belas obras), Chico Ferreira (que na linha de cerâmica tem exposto vários painéis e totens), Miguel dos Santos (artista de fama internacional), Régis Cavalcanti (arquiteto com vários projetos arrojados, e como artista, tem trabalhos espalhados pelo mundo0, e finalmente, Wilson Figueiredo (com as esculturas de ferro).

 

 

 

Fernando Duarte

Jornalista – Membro do Conselho da Abrajet Nacional

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