FATOS

janeiro 12, 2017

Asassociações precisam tomar uma atitude enérgica

Quem participa das grandes feiras de turismo nacionais e internacionais sabe quanto os empresários do ramo (agências de Turismo, hoteleiros, companhias aéreas, e demais segmento do trade turístico) se empenham para apresentar a boa imagem que o Brasil tem. Sete mil e quinhentos quilômetros de litoral, uma infinidade de cachoeiras, um exuberante tapete verde, fauna e flora, que nenhum outro canto do mundo tem. Hotéis dos mais luxuosos aos populares, restaurantes com um variadíssimo cardápio que encanta o mais exigente paladar.
O Brasil tem as melhores festas do mundo como o Réveillon, que em várias cidades apresentam shows, carnaval (marca registrada brasileira), festas juninas e diversos eventos religiosos como o Procissão da Guia, no município de Lucena na Paraíba, a procissão da Penha em João Pessoa, Cirio de Nazaré em Belém do Pará e muitos outros. Em termos de entretenimento, o mundo cobiça nossas festas.
Por outro lado, está sendo construída pelos políticos brasileiro uma imagem negativa nunca vista antes, e isso vem prejudicando muito o turismo do Brasil. Dos pontos negativos mais citados está o descaso alarmante no atendimento à saúde, a insegurança que está deixando os brasileiros apavorados, imaginem o turista. Mas, vergonhoso mesmo é o descrédito. Vejamos, o turismo é um forte eixo da economia, agregado a inúmeras atividades, com doze associações nacionais ligadas direta ao turismo. Todos têm que se unir e fazer um projeto exigindo uma posição de mais responsabilidade.

Secretários ignoram o uso da bicicleta

Aqui na Paraíba, embora tenham surgido algumas ciclovias, a atenção é mais pelo o modismo, e não para a necessária atenção para o uso da bike. A nossa capital, que há muito tempo aderiu ao pedal, inaugurando a primeira ciclovia, na Av. Tancredo Neves, hoje está abandonada, sente receio em manter a prática por problemas diversos: falta de segurança, sem atuação da polícia, mesmo quando há pistas (um jovem fotografou a placa de uma moto de bandido levando, com endereço do proprietário e até hoje nada); o ciclista são as ciclovias daqui tem como maior inimigo a própria população que não o respeita, ao invadir as suas faixas preferenciais; mas, pedalar fora dessas faixas é suicídio.
Não há fiscalização, não há campanha de orientação nem de conscientização, os agentes da SSTRAS não interferem em caso de descumprimento a lei, e o pior, a própria viatura passa em velocidade sem respeitar o limite de distância que deveria manter ao passar por uma bicicleta. Na passarela da orla que vai do Cabo Branco a Manaíra, as galerias pluviais que deveriam ser subterrâneas estão expostas, e as “bocas de Lobo”, aguardam os descuidados, tornando-se um grande perigo para quem pedala. A pista, apesar de recém construída já está sofrendo um processo de desgaste.

 

 

Fernando Duarte

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